quarta-feira, 16 de abril de 2008

Preciso de Ti (Ana Paula Valadão)

Preciso de Ti, preciso do Teu perdão
Preciso de Ti, quebranta meu coração
Como a corça anseia por águas assim tenho sede
Como terra seca assim é minh´alma, preciso de Ti
Distante de Ti, Senhor não posso viver, não vale a pena existir
Escuta o meu clamor, mais que o ar que eu respiro, preciso de Ti
Não posso esquecer o que fizeste por mim
Como alto é o céu tua misericórdia é sem fim
Como um pai se compadece dos filhos assim Tu me amas
Afasta minhas transgressões, preciso de Ti
E as lutas vêm tentando me afastar de Ti
Frieza e escuridão procuram me cegar
Mas eu não vou desistir, ajuda-me Senhor
Eu quero permanecer contigo até o fim.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Carta de Demissão!!!
Venho, por meio desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos. Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança de oito anos, no máximo. Quero acreditar que o mundo é justo, e que todas as pessoas são honestas e boas. Quero acreditar que tudo é possível. Quero que as complexidades da vida passem desapercebidas por mim, e quero ficar encantado com as pequenas maravilhas deste mundo. Quero de volta uma vida simples e sem complicações. Estou cansado de dias cheios de computadores que falham, montanhas de papelada, notícias deprimentes, contas a pagar, fofocas, doenças, e necessidade de ter que conviver com pessoas idiotas e que nos fazem mal. Não quero mais ser obrigado a dizer adeus a pessoas queridas, e, com elas, a uma parte da minha vida. Quero ter certeza de que Deus está no céu, e de que, por isso, tudo está direitinho neste mundo. Quero jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam. Quero achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade, porque podemos comê-las e ficar com a cara toda lambuzada. Quero poder passar as tardes de verão à sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e dividindo-os com meus amigos verdadeiros. Quero voltar a achar que chicletes e picolés são as melhores coisas da vida. Eu quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia era o nome das cores, a tabuada, as cantigas de roda, e isso não me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor idéia de quantas coisas eu ainda não sabia... Voltar ao tempo em que se é feliz, simplesmente porque se vive na bendita ignorância da existência de coisas que podem nos preocupar e aborrecer. Eu quero acreditar no poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia. E o que é mais importante: quero estar convencido de que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro e certas pessoas! A partir de hoje, deixo as coisas ruins, para meus inimigos porque eu estou me demitindo da vida de adulto. A ambição e o egoísmo acabam sempre se tornando maiores. Por isso, que resolvi me demitir! Me afastar dos sentimentos mesquinhos e pequenos do mundo dos adultos. E ficar mais próxima do único sentimento que realmente vale a pena - o AMOR. E com isso viver mais feliz !!!

sábado, 5 de abril de 2008

Vanguart- Mallú Magalhães

Ah, se eu fizesse tudo que eu sonho.
Se eu não fosse assim tão tristonho
Não seria assim tão normal

Ah, se eu fizesse o que eu sempre quis,
Se eu fosse um pouco mais feliz
Levantasse o meu astral

7 dias vão e eu nem fui ver
7 dias tão fáceis de se envolver

Ah, se eu tivesse fotografado
Se eu tivesse integrado
Num mundo sobrenatural

Ah, eu seguiria o realejo
Desenharia o que eu vejo
No meu cereal

30 dias do mês que ficou pra trás
E eu só mais um desses meros tão mortais

Ah, se eu fizesse alguma diferença
Se eu curasse uma doença
Com uma força genial

Ah, eu cantaria pra fazer sorriso
Eu perderia o meu juízo
Só pra ser especial

7 dias vão e eu nem fui ver
São 7 dias tão fáceis de se envolver

30 dias do mês que ficou pra trás
E eu sou só mais um desses meros tão mortais

Ah, se eu fizesse tudo que eu sonho.
Se eu não fosse assim tão tristonho
Não seria assim tão normal

Ah, se eu fizesse o que eu sempre quis,
Se eu fosse um pouco mais feliz
Se eu levantasse o meu astral

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Amor...




Amor sem limites...
Limites? Pra que? Por que?
O amor desconhece razões, limites, espaço, tempo e dor...
É um sentimento egoísta, onde é o unico á brilhar e tomar conta do seu corpo e alma.
Amor incondicional, de mãe
Amor de Irmão
Amor de primos
Amor ardente entre amantes
Amor amigo
Amor proibido
Amor calmo
Amor avasalador
Amor ciumento
Amor, amor , amor...como explicar tal sentimento que nos tira de orbita e nos faz flutar.
Amar é um estado de espirito, mais vai explicar isso para uma pessoa inferma de amor, a tal ponto á não entender o explícavel!
Sigo apaixonada, por mim, pela vida, por todos, pelo mundo!
Não querendo entender, nem tão pouco explicar o ínexplicavel.

(Singela Homenagem á todos que amo)

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O que fazer quando á dor é inevitável?



Que tipo de animal á sociedade alimenta entre suas entranhas? Com que tipo de animal somos obrigados a viver, dividindo á magnetude de ser mãe, pai, amiga(o), companheiro? Como se desenvolve bem debaixo dos nossos olhos um animal sem escrupulos, sem amor á vida, capaz de trazer tanto sofrimento e dor á uma mãe que em tantas noites embala um pequeno ser indefeso, que muito pequeno ainda tem que entrega-lo á esse mesmo mundo que transforma, faz crescer e mata!
>>> Isa, que sua luz nos ilumine em dias de trevas<<<

Isabella, 5 anos. Passava um final de semana na casa do pai cujo é separado da mãe e já constituiu outra familia. Isa na noite de sabado(29/03/2008) foi atirada, do 6° andar do apartamento do pai. Caso até hj não solucionado!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Felicidade realista

FELICIDADE REALISTA
Por Mário Quintana

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote
louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser
magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos
conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes
inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos
sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o
que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você
pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um
parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando
se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se
sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e
um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza,
instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde
só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas
desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as
regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a
felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir
embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não
sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...